Sobre reencontros
- 6 de mai.
- 1 min de leitura
Texto escrito em 2018
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Eu ria.
Você ficava confuso.
De onde vinha aquela alegria.
-Como você está?
Perguntou com aquela voz embargada de inveja.
-Aprendi a amar.
A curva dos meus lábios aumentou.
Sua garganta se movimentou incomodada, claramente ofendido.
-Mas e eu?
-Você foi passagem, eu sou meu porto.
Minha mão encontrou seu rosto gentilmente.
Escorreu devagar deixando o adeus não falado.

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